terça-feira, 29 de junho de 2010
Amor
21:23 | Postado por
Gabriel Mocotoh |
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O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.
Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.
Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.
Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.
Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.
Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no
ódio vocês combinam. Então?
Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.
Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a
menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.
Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama
este cara?
Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.
É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura
por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.
Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?
Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.
Não funciona assim.
Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.
Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!
Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa.
{Arnaldo Jabor)
Arnaldo Jabor
sábado, 12 de junho de 2010
Desculpas?
17:25 | Postado por
Bernardo Martins |
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Desculpa pelo que? por ter te conhecido? Não se desculpa, foi a melhor coisa que me aconteceu.
Desculpa pelo que? por me perder em seu olhar? em seu sorriso? Não é sua culpa! Você é linda!
Desculpar por eu ter apaixonado? Não se desculpe. Apaixonar é muito bom, é simples, é natural pois apenas ao pensar em você já me alegro. Então que culpa você tem por isso?
Sei que disse para ir com calma, para não tirar os pés do chão mas aqui estou eu.. com os pés sabe se lá onde. Sei que estamos longe um do outro e que mesmo com todas as possibilidades de comunicação seria complicado a vontade de querer te tocar, te acariciar, te beijar… seria cada vez maior.
Mas a gente não escolhe quem devemos gostar, simplesmente acontece. A gente apaixona pelo sorriso, pela afinidade, pelo jeito e pelos defeitos pois o coração ama tudo, até o que para outros sejam defeitos, é compassividade, ou seja, aceitar tudo que vem do outro sem questionar ou permitir-se questionar porém, sem mudar a realidade, sem trocar os "móveis" de lugar.
Amar é isso, é uma coisa sem explicação em que o que mais importa é a felicidade de quem amamos, e se para isso devo recordar cada momento, cada carinho e cada palavra, tudo isso junto em silêncio, então ...
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Som contagiante
21:30 | Postado por
Bernardo Martins |
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As vezes estamos ali, escutando aquela música que nos transporta para algum lugar do nosso passado ou até mesmo do presente. Temos uma trilha sonora que qualquer novela Global ficaria no chinelo, nem os filmes Hollywoodianos conseguem chegar perto.
Não que eu esteja ficando velho mas vamos ser realistas, hoje em dia não se fazem músicas como antigamente. Os cantores estão com tanta falta de criatividade que estão regravando músicas, podemos observar as trilhas sonoras das novelas globais (Ex.: abertura da novela Escrito nas estrelas), são grande parte músicas que já conhecíamos. Por que isso? Porque grande parte das trilhas sonoras estão se resumindo em: “no rebolation tion tion, rebolation” ou “Pirulicó, piricó, piricó, piricó, piricó, piricó, piricó, piricó, piricó, piricó, piricó, piricó, piricóptero...” e depois só piora com o “Pererecó, perecó, perecó, perecó, perecó, perecó, perecó, perecó, perecó, pereço”. Aí brother ninguém merece!
Nada contra ao Funk, gosto das batidas do funk mas as letras deixa a desejar.
Temos música para todos os momentos, musicas alegres para animar quando não se esta nada bem, para relaxar quando estamos apaixonados, que nos lembra a infância, aquela pessoa, a música do seu primeiro namoro, do seu término rsrs. Das viagens, do carnaval que deu tudo certo e no final tudo errado, para nos conectarmos com Deus, a das paradas (não é parada gay kkkk é as top das rádios), etc. São tantas músicas que despertam vários sentimentos, recordações e inspirações.
Hoje eu escuto de tudo um pouco, até músicas de zuação, e em minha adolescência curti muito Legião Urbana, MPB, Raimundos cada música lembra cada coisa, Charlie Brown Jr. Enfim, temos músicas que nos fazem viajar no tempo literalmente.
Ps.: Escutando: Looking for Paradise - Alejandro Sanz e Alicia Keys
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Amores que vêm, amizades que vão
22:07 | Postado por
Bernardo Martins |
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Quando estamos solteiros estamos sempre cercados de amigos e amigas e, sempre que algum destes começa a namorar tudo muda. As prioridades e a forma de pensar se tornam diferentes.
Você pode achar que não mudou, porém quem esteve sempre ao seu lado sentiu que as coisas não são como eram antes.
Você pode ter amadurecido como também pode ter surgido em você a insegurança, além do ciúme e desconfiança. Tudo isso são coisas “normais” que acontecem quando fazemos parte de uma ‘”RELACÃO”.
E relacionamento é integrar o namorado (a) a sua vida. Porém, algumas pessoas o fazem de forma errada, acham que o resto do mundo acaba e não é bem assim que as coisas funcionam.
Eu sempre ficava puto quando algum amigo começava a namorar pois era “batata” que estávamos perdendo o NOSSO amigo para a namorada DELE.
Porque era isso que acontecia, eles se afastam de todo, as vezes isso acontece por falta de atenção e/ou experiência perdendo assim contato com as amizades e tendo olhos somente para o namorado (a). Afirmo isso por ter amigos assim.
Acreditam que dependem do (a) namorado (a), ou mesmo que pertence e o amor não é uma questão de pertencer, não é questão de posse e nem mesmo dependência.
E por essa questão a amizade em grande parte é julgada. O ciúme, por exemplo, ao extremo, chega em um ponto de não permitir que o parceiro tenha amizades.
Eu posso dar exemplo de uma grande amiga minha que depois que começou a namorar, o namorado começou a dizer que era para ela não conversar comigo e para minha surpresa ela o ouviu. Fico chateado com isso ainda hoje, mas foi uma escolha dela.
Uma dica: A solução para todo problema de relacionamento é o diálogo. E para namoro com amizade, a divisão de tempo e moderação de atenção quando estão todos juntos.
Amigos e namorados são cargos diferentes e não concorrem entre si. Devem fazer parte da mesma história e não precisa nunca sair um para o outro entrar…
sexta-feira, 19 de março de 2010
Você já foi o tchutchuquinho de alguém?
17:23 | Postado por
Bernardo Martins |
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Apelidos comuns, complexos, bizarros, bonitos dentre outros podemos dizer que tem sempre alguém colocando apelidos, alguns carregamos para a vida toda, outros são passageiros, mas sempre temos ou teremos apelidos que deixarão marcas, às vezes boas, às vezes ruins. O importante é que hoje caros leitores será nosso tema principal: APELIDOS.
Nem todos recebem apelidos e os que recebem geralmente tem um motivo ou razão. Um desses motivos é a intimidade.
O início de tudo é sempre contido e respeitoso: usa-se o próprio nome ou no máximo uma variação como: Beatriz – Bia, Carlos Eduardo – Cadu e assim por diante.
Mas intimidade demais chega a ser bizarra...rsrs logo a coisa evolui de maneira desordenada e muitas vezes constrangedora: Bebê e neném as mulheres adoram, os homens nem tanto, fofo também eles costumam não gostar é muito gay, fofuxo (emo), moreco e por aí vai. Quem nunca teve um apelido engraçado que atire a 1ª pedra. Alguns limitam-se aos mais comuns e menos constrangedores como bebê, neném, lindinha (o), pequena(o), preta(o), vida, querida(o), mor, morzinho, mozão (percebam que vai piorando), momo, bêzão e por aí vai.
Dia desses, escutei a mãe de um amigo carinhosamente chamar seu marido de “cheiro”; ri demais... achei que ele ia responder: “oi narina” kkkkkk
Vamos pensar que tudo por pior que seja ainda pode piorar. Imagine ele respondendo “oi odor” e se ele não fosse “cheiro” e sim “gambazinho”?
É impressionante a necessidade que o ser humano tem de apelidar pessoas e coisas. Será que isso tem um nome?? O fato é que parei mesmo pra refletir sobre os apelidos que surgem entre os casais. Muitos deles deveriam ser impronunciáveis em público de tão bizarros...
Quando chega a vez do reino animal a coisa piora: cabritinha, gatinha (esse passa), minha cachorra, porquinho, ursão, ursinha e etc.
Numa breve pesquisa entre meus amigos descobri algumas coisas toscas: Nê (de nenê), cabritinha, ímã,chucruti, porquera, anjoleta, ciscotinha, toquinho, gambá, tampinha, gordo, meio quilo, xirra, tandera, xaropinha, moreco, pitchuco, paxão (assim mesmo)habib, e na lista dos comestíveis, moranguinho, uvinha, chuchu (afff), geleinha e pra fechar, chamar de pai e mãe é broxante, além de meu dengo e meu chêro.
Os indecifráveis
Aí a lista cresce quando chegamos nos indecifráveis, aí a intimidade atingiu grau máximo, e esses apelidos geralmente estão no diminutivo (não de forma depreciativa e sim carinhosa), sem nenhuma alusão a coisa nenhuma nós nunca saberemos de onde ele surgiu.
Tchutchuquinho, bunzunzunzinho, biluzinha, chonchon, bizinha, bibi, nem, peu, pinha, ponzinho, guizu, lovinho, guxo guxo, beluzu(??), totozu, nengu, bizuca, chuka, bebeinho, mozi, zigucho…
Mas, casal apaixonado é assim, sempre tenta dar carinho e com isso acaba surgindo os apelidos “carinhosos” quem nunca teve um que tire a primeira pedra...rs
Tema escolhido pela Lu, e praticamente feito por ela.
adaptado por mim rs
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